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Ditador Nicolás Maduro é preso em operação dos Estados Unidos na Venezuela

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Em uma operação militar inédita na madrugada deste sábado (3), os Estados Unidos realizaram ataques e capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas, segundo anúncio oficial do governo americano. 

De acordo com o presidente dos EUA, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e removidos do território venezuelano após um ataque coordenado das forças norte-americanas contra alvos estratégicos no país vizinho. 

A Casa Branca informou que a operação envolveu ataques aéreos e ações de forças especiais em áreas como Caracas, La Guaira e outros pontos considerados estratégicos. 

O governo dos Estados Unidos declarou que a captura de Maduro faz parte de uma ação para responsabilizá-lo por acusações de narcotráfico e outros crimes graves e que ele será julgado em solo americano. Autoridades legislativas dos EUA confirmaram que o líder venezuelano foi detido para responder a processos em tribunais dos Estados Unidos. 

A ofensiva provocou explosões e forte movimentação militar em Caracas, com relatos de moradores sobre grandes estrondos durante a madrugada. O governo venezuelano classificou a ação como uma violação flagrante da soberania nacional e exigiu prova de vida de Maduro e sua esposa. 

A reação internacional foi imediata. Países como Rússia, Cuba e outros aliados de Caracas condenaram a operação, descrevendo-a como um ato de agressão e intervenção nos assuntos internos da Venezuela. 

Nos Estados Unidos e em partes da América Latina, a operação foi comemorada por setores que criticam o governo Maduro, enquanto especialistas alertam para as implicações legais e geopolíticas de uma intervenção militar desse porte na região.