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	<title>Portal Babados do Amazonas - Fiscalização</title>
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	<title>Portal Babados do Amazonas - Fiscalização</title>
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		<title>O ‘boom’ dos emagrecedores! Anvisa prevê liberar mais 8 canetas no mercado até o fim de 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:58:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que pretende concluir, até o fim de 2026, a análise de mais oito pedidos de registro de canetas emagrecedoras no Brasil. Caso as autorizações sejam concedidas, o mercado nacional terá uma oferta maior de medicamentos dessa categoria nos próximos meses. Somente em 2026, seis produtos [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p>                    Brasil – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que pretende concluir, até o fim de 2026, a análise de mais oito pedidos de registro de canetas emagrecedoras no Brasil. Caso as autorizações sejam concedidas, o mercado nacional terá uma oferta maior de medicamentos dessa categoria nos próximos meses.<br />
Somente em 2026, seis produtos à base de semaglutida já receberam registro da agência: Ozivy, Zempneo, Semavy, Orsema, Seemasun e Owozy.<br />
Segundo o presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a ampliação do número de medicamentos autorizados pode estimular a concorrência entre fabricantes e contribuir para a redução dos preços praticados no país.<br />
A expectativa da agência é de que a oferta regular também ajude a enfraquecer a comercialização de produtos clandestinos, falsificados ou trazidos ilegalmente do exterior.<br />
A Anvisa afirmou ainda que intensificará a fiscalização nas regiões de fronteira, especialmente na divisa com o Paraguai, onde aumentaram as apreensões de canetas emagrecedoras sem autorização para venda no Brasil.<br />
Os medicamentos dessa categoria devem ser utilizados apenas com acompanhamento profissional, já que possuem indicações específicas, contraindicações e possíveis efeitos adversos. O registro sanitário confirma que o produto passou pelas análises exigidas pela agência, mas não dispensa avaliação médica antes do uso.</p>
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		<title>E tome multa! Fiscalização notifica condutores por estacionamento indevido em espaço de lazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 14:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Amazonas – Motoristas foram notificados neste domingo (2) após estacionarem carros e motocicletas sobre a praça da orla de Manacapuru, ocupando áreas destinadas à circulação de pedestres e ao uso coletivo da população. Imagens registradas no local mostram diversos veículos sobre o piso da praça, incluindo uma motocicleta posicionada diretamente sobre a faixa tátil destinada [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Amazonas – Motoristas foram notificados neste domingo (2) após estacionarem carros e motocicletas sobre a praça da orla de Manacapuru, ocupando áreas destinadas à circulação de pedestres e ao uso coletivo da população.<br />
Imagens registradas no local mostram diversos veículos sobre o piso da praça, incluindo uma motocicleta posicionada diretamente sobre a faixa tátil destinada à orientação de pessoas com deficiência visual. A situação dificultava a passagem e comprometia a acessibilidade do espaço público.<br />
Segundo os responsáveis pela fiscalização, esse tipo de ocorrência tem se tornado frequente, principalmente durante períodos de maior movimentação na cidade. A ação realizada neste domingo teve caráter de orientação e notificação, com o objetivo de evitar que novos episódios sejam registrados.<br />
Embora a presença de visitantes seja considerada importante para o comércio, o turismo e a economia local, as autoridades reforçam que o acesso à cidade deve ocorrer com respeito às normas de trânsito e à preservação dos logradouros públicos.</p>
<p>Estacionar sobre calçadas, gramados, jardins ou áreas destinadas aos pedestres pode configurar infração prevista no artigo 181, inciso VIII, do Código de Trânsito Brasileiro. A conduta é classificada como grave, gera cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação e prevê multa de R$ 195,23, além da possibilidade de remoção do veículo.<br />
A ocupação do piso tátil também representa risco às pessoas com deficiência visual, que dependem desse recurso para se deslocar com segurança e autonomia.<br />
A orientação é que motoristas utilizem somente os espaços devidamente permitidos para estacionamento, evitando praças, calçadas, canteiros e outras áreas de circulação pública.<br />
A fiscalização deverá continuar e, em caso de reincidência, poderão ser aplicadas as penalidades previstas na legislação.<br />
A administração municipal reforça que todos os visitantes são bem-vindos a Manacapuru, mas destaca que o desenvolvimento do turismo também depende do respeito aos espaços públicos, à acessibilidade e à convivência urbana.</p>
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		<title>Fiscalização eletrônica é ampliada com novos radares em Manaus; saiba onde eles estão</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/fiscalizacao-eletronica-e-ampliada-com-novos-radares-em-manaus-saiba-onde-eles-estao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 11:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus – A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), vai ampliar a fiscalização eletrônica na capital a partir do dia 13/7, com a operação de 17 novos equipamentos para monitoramento de avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres. A medida visa a segurança viária, aumenta [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Manaus – A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), vai ampliar a fiscalização eletrônica na capital a partir do dia 13/7, com a operação de 17 novos equipamentos para monitoramento de avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres.<br />
A medida visa a segurança viária, aumenta a proteção da população e reforça a eficácia dos radares eletrônicos após quatro importantes corredores da cidade zerarem os registros de vítimas fatais entre janeiro e maio de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.<br />
Os resultados foram constatados nas avenidas do Turismo, São Jorge, Tefé e Nilton Lins, locais que haviam contabilizado mortes em 2025 e que neste ano não registraram nenhuma ocorrência fatal. Além das vias que alcançaram a marca de zero mortes, outros corredores viários também apresentaram redução nos indicadores, como as avenidas Djalma Batista, Coronel Teixeira e a Governador José Lindoso.<br />
Com o foco de garantir mais segurança nas vias e oferecer mais proteção a pedestres e motoristas, principalmente em cruzamentos na capital, o conjunto de equipamentos que será implantado incorpora diferentes tecnologias para ampliar o monitoramento do trânsito e assegurar maior efetividade na fiscalização.<br />
Dos equipamentos que compõem o sistema, 16 têm a função de combater o avanço de sinal vermelho e a parada indevida sobre a faixa de pedestres. Também haverá um dispositivo específico que irá monitorar o tráfego de veículos pesados por meio da identificação de eixos, massa metálica e rodagem dupla.<br />
O detector de eixos que está sendo instalado na rua Maceió, no bairro Adrianópolis, zona Centro-Sul, vai permitir que se identifique a circulação irregular de veículos de grande porte em áreas onde isso é proibido, ajudando a preservar a estrutura das vias e a segurança dos outros usuários.<br />
Confira os locais:<br />
Detectores de avanço de sinal vermelho e parada sobre faixa de pedestre<br />
– Avenida Compensa / Avenida Brasil – Compensa, sentido Sul<br />
– Avenida Rodrigo Otávio / Avenida Tefé – Japiim, sentido Sul<br />
– Avenida Rodrigo Otávio / Avenida Tefé – Japiim, sentido Leste<br />
– Avenida Tefé / Avenida Rodrigo Otávio – Japiim, sentido Leste<br />
– Avenida Rodrigo Otávio / Rua Rubens Benzecry – Japiim, sentido Leste<br />
– Rua Maceió / Rua Salvador – Adrianópolis, sentido Norte<br />
– Rua Maceió / Avenida João Valério – Nossa Senhora das Graças, sentido Sul<br />
– Avenida Álvaro Maia / Rua Emílio Moreira – Praça 14 de Janeiro, sentido Leste<br />
– Avenida Álvaro Maia / Rua Major Gabriel – Centro, sentido Leste<br />
– Avenida Álvaro Maia / Rua Santos Dumont – Centro, sentido Oeste<br />
– Avenida Padre Agostinho C. Martin / Avenida Brasil – Santo Antônio, sentido Norte<br />
– Avenida Brasil / Avenida Coronel Cyrillo Neves – Santo Agostinho, sentido Sul<br />
– Avenida Brasil / Avenida Coronel Cyrillo Neves – Compensa, sentido complexo turístico Ponta Negra<br />
– Avenida Álvaro Maia / Rua Santos Dumont – Centro, sentido Leste<br />
– Avenida Autaz Mirim / Rua Arariba – São José Operário, sentido Leste<br />
– Avenida Autaz Mirim / Rua Itajiba – São José Operário, sentido Oeste<br />
Detectores de eixos, de massa metálica, rodagem dupla e processador de vias<br />
– Rua Maceió / Rua Fortaleza – Adrianópolis, sentido Norte</p>
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		<title>Prefeitura realiza megaoperação e mobiliza 300 servidores para reorganizar o Centro de Manaus</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/prefeitura-realiza-megaoperacao-e-mobiliza-300-servidores-para-reorganizar-o-centro-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[A Prefeitura de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus – A Prefeitura de Manaus realizou, nesta quinta-feira (25), mais uma etapa da operação Centro Mais Seguro, força-tarefa que reúne diferentes órgãos municipais para intensificar o ordenamento urbano, ampliar o atendimento social e melhorar a mobilidade em uma das regiões mais movimentadas da capital. As ações foram concentradas na área da Manaus Moderna e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="babad-61461767" class="babad-antes-do-conteudo babad-entity-placement"><script async src="https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js" crossorigin="anonymous"></script>
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                    Manaus – A Prefeitura de Manaus realizou, nesta quinta-feira (25), mais uma etapa da operação Centro Mais Seguro, força-tarefa que reúne diferentes órgãos municipais para intensificar o ordenamento urbano, ampliar o atendimento social e melhorar a mobilidade em uma das regiões mais movimentadas da capital.<source  type="image/webp"></source><br />
As ações foram concentradas na área da Manaus Moderna e no entorno do Mercado Adolpho Lisboa, passando ainda pela Feira da Banana, Beco da Onça e outros pontos do Centro que registram grande fluxo de pessoas, comércio intenso e demandas recorrentes relacionadas à ocupação do espaço público.<br />
Além da fiscalização, a operação também teve foco na assistência às pessoas em situação de vulnerabilidade. Equipes especializadas realizaram 49 abordagens sociais ao longo do dia. Desse total, 26 pessoas aceitaram atendimento no Centro POP e 11 foram encaminhadas para unidades de acolhimento do município, enquanto outras optaram por não receber assistência naquele momento.<br />
A iniciativa também levou serviços públicos diretamente às pessoas atendidas. Houve encaminhamentos para oportunidades de emprego por meio do Sine Manaus, atendimentos de saúde e serviços de cuidado pessoal, reforçando a proposta de unir fiscalização com políticas de inclusão social.<br />
Na frente de ordenamento urbano, fiscais removeram estruturas instaladas de forma irregular sobre calçadas e vias públicas, além de apreender mercadorias comercializadas sem autorização.<source  type="image/webp"></source><br />
O objetivo, segundo a administração municipal, é desobstruir áreas de circulação, melhorar a acessibilidade e organizar a atividade comercial no Centro, preservando o direito de circulação de moradores, trabalhadores e visitantes.<br />
A operação mobilizou cerca de 300 servidores, distribuídos entre aproximadamente 11 órgãos municipais, que atuaram simultaneamente em diferentes frentes, incluindo limpeza urbana, infraestrutura, vigilância sanitária, planejamento urbano, assistência social, segurança e fiscalização.<br />
De acordo com a prefeitura, o Centro Mais Seguro fará parte de um cronograma permanente de ações e deverá ser ampliado gradualmente para outras regiões centrais da cidade, como o entorno da Praça da Matriz. A expectativa é que as intervenções resultem em melhorias na organização dos espaços públicos, na mobilidade e nas condições de atendimento à população que circula diariamente pelo Centro de Manaus.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa recolhe lote de água Crystal por presença de bactéria</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/anvisa-recolhe-lote-de-agua-crystal-por-presenca-de-bacteria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[água Crystal]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Babados do Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – A Anvisa determinou, nesta quarta-feira (3), o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Crystal. A medida abrange 374,4 mil garrafas de 500 ml distribuídas no Distrito Federal, Goiás, Tocantins e São Paulo.  A decisão foi tomada após o Lacen-DF identificar a presença da bactéria “Pseudomonas aeruginosa” em [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Brasil – A Anvisa determinou, nesta quarta-feira (3), o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Crystal. A medida abrange 374,4 mil garrafas de 500 ml distribuídas no Distrito Federal, Goiás, Tocantins e São Paulo. <br />
A decisão foi tomada após o Lacen-DF identificar a presença da bactéria “Pseudomonas aeruginosa” em amostras do produto, em uma fábrica de Luziânia (GO).<br />
A vigilância sanitária determinou a interdição do local, após o teste de contraprova, e comunicou o caso para a Anvisa.<br />
A proibição se aplica à venda, distribuição e uso. O recolhimento é restrito ao lote LZ1 VAL 200127, produzido em 20/01/2026 e com validade até 20/01/2027, e apenas as unidades deste lote específico estão sujeitas à medida.<br />
Até o momento, não há registros de reclamações de consumidores sobre o lote.<br />
Posicionamento da fabricante <br />
<em class="group-[.isActiveSource]:text-xl">A Mineração Bom Jesus (MBJ) informa que está finalizando o recolhimento preventivo e voluntário de um lote específico da Água Mineral Natural Crystal 500 ml sem gás.</em><br />
<em class="group-[.isActiveSource]:text-xl">O lote, envasado em janeiro, possui distribuição restrita e foi comercializado apenas no Distrito Federal, em municípios específicos do Tocantins (Arraias, Combinado e Novo Alegre), de Goiás (Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão) e nas cidades de Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí (SP). Durante ação de fiscalização da Vigilância Sanitária, em março, em um ponto de venda específico localizado no Distrito Federal, foi identificada a presença de Pseudomonas aeruginosa em uma amostra coletada. Desde a notificação, foram realizadas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas com resultados negativos para quaisquer microrganismos indicadores de contaminação. Considerando o alto giro do produto nos pontos de venda, não há indicação de que esse lote ainda esteja disponível no mercado.</em></p>
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		<title>Operação no Vale do Javari apreende mais de meia tonelada de pescado ilegal e armamentos no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 22:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[apreensão de pescado ilegal no Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[armamentos apreendidos em operação no Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Wahanararai combate crimes ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[Amazonas – Uma operação de fiscalização ambiental realizada ao longo do mês de março resultou na apreensão de aproximadamente 545 quilos de pescado irregular, além de armas, madeira extraída ilegalmente e animais silvestres abatidos na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas. A ação, denominada Operação Wahanararai, concentrou esforços em áreas consideradas críticas, como os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="babad-61461767" class="babad-antes-do-conteudo babad-entity-placement"><script async src="https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js" crossorigin="anonymous"></script>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Amazonas – Uma operação de fiscalização ambiental realizada ao longo do mês de março resultou na apreensão de aproximadamente 545 quilos de pescado irregular, além de armas, madeira extraída ilegalmente e animais silvestres abatidos na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.<br />
A ação, denominada Operação Wahanararai, concentrou esforços em áreas consideradas críticas, como os rios Javari, Curuçá, Ituí e Itacoaí, regiões sob constante pressão de atividades ilegais.<br />
Coordenada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a operação contou com o apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Exército Brasileiro, reforçando a atuação integrada no combate a crimes ambientais em territórios remotos da Amazônia.<source  type="image/webp"></source><br />
Durante as fiscalizações, os agentes apreenderam três armas de fogo, cerca de 200 braças de redes de pesca, uma embarcação, oito motosserras e 17 metros cúbicos de madeira de origem ilegal. Também foram encontrados 17 animais silvestres abatidos, entre mamíferos, aves e répteis, evidenciando a prática de caça clandestina na região.<br />
De acordo com o Ibama, parte do pescado foi capturada durante o período de defeso, fase em que a pesca é proibida para assegurar a reprodução das espécies e a manutenção dos estoques pesqueiros. A irregularidade reforça a preocupação com a exploração predatória dos recursos naturais em áreas protegidas.<br />
Ao todo, foram aplicadas multas que somam cerca de R$ 55 mil. A operação integra uma série de ações contínuas voltadas à fiscalização ambiental na Amazônia, com foco na repressão a crimes e no fortalecimento da presença do Estado em regiões de difícil acesso.<br />
As autoridades destacam que operações como a Wahanararai são fundamentais para proteger a biodiversidade, garantir os direitos das populações indígenas e conter o avanço de atividades ilegais que ameaçam o equilíbrio ambiental na região.</p>
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		<item>
		<title>Operação Tamoiotatá 6 aplica R$ 28 milhões em multas no combate ao desmatamento no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 15:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Amazonas – A primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6 foi concluída neste sábado (14), após quase três semanas de ações de fiscalização ambiental no sul do Amazonas. A iniciativa resultou na aplicação de mais de R$ 28,2 milhões em multas por infrações ambientais, segundo o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). A operação ocorreu [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p>                    Amazonas – A primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6 foi concluída neste sábado (14), após quase três semanas de ações de fiscalização ambiental no sul do Amazonas. A iniciativa resultou na aplicação de mais de R$ 28,2 milhões em multas por infrações ambientais, segundo o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam).<br />
A operação ocorreu entre os dias 23 de fevereiro e 14 de março e teve como foco áreas com forte pressão de desmatamento ilegal nos municípios de Humaitá, Apuí, Novo Aripuanã e Canutama.<br />
A operação mobilizou uma força-tarefa integrada envolvendo órgãos ambientais, forças de segurança e instituições de inteligência. Participaram desta primeira etapa equipes do Ipaam, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM).</p>
<p>As atividades também contaram com apoio federal, por meio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão ligado ao Ministério da Defesa, responsável por fornecer dados de inteligência e monitoramento ambiental.<br />
Ao todo, foram registrados 63 autos de infração e 24 embargos ambientais durante a primeira fase da operação. As equipes também determinaram a interdição de mais de 2,3 mil hectares de áreas com irregularidades ambientais, o equivalente a cerca de 3,2 mil campos de futebol.<br />
Entre as principais infrações identificadas estão desmatamento ilegal, descumprimento de embargos, impedimento da regeneração natural da vegetação e desenvolvimento de atividades agropecuárias sem licenciamento ambiental.<br />
De acordo com o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, a atuação conjunta dos órgãos estaduais e federais fortalece a presença do poder público em regiões consideradas críticas para a conservação da floresta.</p>
<p>“<em>Essa integração entre os órgãos de fiscalização ambiental, segurança pública e inteligência geoespacial é fundamental para ampliar a presença do Estado em regiões críticas. Com isso, conseguimos identificar infratores, aplicar as sanções previstas na legislação e impedir que novas áreas sejam degradadas</em>”, afirmou.</p>
<p>Nos municípios de Apuí e Novo Aripuanã, as equipes fiscalizaram áreas com alertas de desmatamento, resultando na aplicação de R$ 15.115.500 em multas e no embargo de 1.562 hectares por irregularidades ambientais.<br />
Na base operacional instalada em Humaitá, as ações também alcançaram áreas do próprio município e de Canutama. Ao todo, foram aplicados R$ 13.154.100 em multas, além do embargo de aproximadamente 776 hectares.<br />
As fiscalizações contaram com apoio de tecnologias de sensoriamento remoto e inteligência geoespacial para identificar áreas com indícios de desmatamento e orientar as equipes em campo.<br />
A Operação Tamoiotatá 6 está estruturada em 15 etapas, com previsão de atuação até dezembro de 2026, intensificando o combate ao desmatamento e às queimadas no Amazonas.<br />
A iniciativa conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e com recursos do Programa Floresta em Pé, fruto de cooperação financeira entre os governos do Brasil e da Alemanha, por meio do KfW Banco de Desenvolvimento.</p>
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		<item>
		<title>Medicamentos vencidos e confusão marcam fiscalização de vereadores na saúde de Novo Aripuanã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 02:51:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amazonas – Uma fiscalização realizada por vereadores de Novo Aripuanã revelou irregularidades graves na rede municipal de saúde, incluindo medicamentos vencidos em unidades públicas, uma UBS recém-inaugurada sem funcionamento e um episódio de confusão envolvendo o secretário municipal de saúde. A diligência começou após denúncias de que a Unidade Básica de Saúde da comunidade São [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p>                    Amazonas – Uma fiscalização realizada por vereadores de Novo Aripuanã revelou irregularidades graves na rede municipal de saúde, incluindo medicamentos vencidos em unidades públicas, uma UBS recém-inaugurada sem funcionamento e um episódio de confusão envolvendo o secretário municipal de saúde.<br />
A diligência começou após denúncias de que a Unidade Básica de Saúde da comunidade São Félix estaria fechada. No local, os vereadores confirmaram que a unidade não estava realizando atendimentos e afirmam ter encontrado medicamentos com prazo de validade vencido.<br />
Em seguida, os parlamentares foram até a Central de Medicamentos João Soares Cavalcante, onde relataram a presença de mais remédios vencidos armazenados nas prateleiras destinadas à distribuição para as unidades de saúde do município.</p>
<p>Durante a fiscalização, segundo os vereadores, o secretário municipal de saúde, Marcelo Belolo, chegou ao local e tentou interromper a inspeção. Os parlamentares afirmam que houve discussão, ofensas verbais e empurrões, além de uma suposta tentativa de agressão contra uma vereadora.<br />
A Polícia Militar do Amazonas e o Conselho Municipal de Saúde foram acionados para acompanhar a diligência. Parte dos medicamentos vencidos foi recolhida e posteriormente encaminhada à Polícia Civil.</p>
<p>A fiscalização também passou pelo Hospital Municipal Dona Edith Mendes Weckner, onde, segundo os vereadores, medicamentos vencidos foram encontrados na farmácia da internação, na sala de emergência e no setor de dispensação de remédios.<br />
Os parlamentares registraram boletim de ocorrência e o caso deverá ser investigado pelas autoridades.</p>
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		<item>
		<title>Fiscalização no sul do Amazonas aplica R$ 585 mil em multas por desmatamento</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/fiscalizacao-no-sul-do-amazonas-aplica-r-585-mil-em-multas-por-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Amazonas – Operação ambiental aplica R$ 585 mil em multas e embarga área equivalente a 161 campos de futebol no sul do Amazonas Uma ação da Operação Tamoiotatá 6 resultou na aplicação de R$ 585,5 mil em multas e no embargo de 115 hectares de área durante fiscalização ambiental realizada em Humaitá, no sul do [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p>                    Amazonas – Operação ambiental aplica R$ 585 mil em multas e embarga área equivalente a 161 campos de futebol no sul do Amazonas<br />
Uma ação da Operação Tamoiotatá 6 resultou na aplicação de R$ 585,5 mil em multas e no embargo de 115 hectares de área durante fiscalização ambiental realizada em Humaitá, no sul do Amazonas.<br />
A vistoria ocorreu na sexta-feira (6), em áreas localizadas nas proximidades do quilômetro 76 da BR-230. Durante a inspeção, as equipes identificaram desmatamento, descumprimento de embargo anterior e atividade agropecuária sem licença ambiental.<br />
De acordo com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, os fiscais percorreram cerca de 152 quilômetros ao longo da rodovia para verificar pontos previamente indicados por sistemas de monitoramento ambiental.<br />
Durante a ação, foram identificados 15 hectares de desmatamento recente e outros 100 hectares utilizados para atividade agropecuária irregular. Segundo o órgão, o responsável pela área já havia sido alvo de fiscalizações anteriores.<br />
Como resultado da operação, os agentes emitiram dois termos de embargo que interditaram 115 hectares — área equivalente a aproximadamente 161 campos de futebol. Nessas áreas, qualquer tipo de atividade permanece proibida até que ocorra a regularização ambiental.<br />
Os responsáveis têm prazo de 20 dias para apresentar defesa administrativa ou realizar o pagamento das multas aplicadas.<br />
A Operação Tamoiotatá 6 reúne diversos órgãos estaduais, entre eles a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, a Polícia Militar do Amazonas, a Polícia Civil do Amazonas e o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, além do apoio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia.<br />
A operação está dividida em 15 etapas e deve seguir até dezembro de 2026, período considerado crítico para o aumento de desmatamento e queimadas no estado.<br />
 </p>
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		<item>
		<title>familiares relatam precariedade na Maternidade Ana Braga e cobram fiscalização</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/familiares-relatam-precariedade-na-maternidade-ana-braga-e-cobram-fiscalizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 00:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Amazoanas]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus – Acompanhantes de pacientes da Maternidade Ana Braga denunciaram, nas redes sociais, a precariedade nas condições de atendimento da unidade de saúde. Os relatos apontam falta de insumos básicos, problemas estruturais e dificuldades no atendimento a mães e recém-nascidos. Segundo familiares, pacientes chegaram a permanecer longos períodos sem troca de lençóis e sem condições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="babad-61461767" class="babad-antes-do-conteudo babad-entity-placement"><script async src="https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js" crossorigin="anonymous"></script>
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</div></div><p>                    Manaus – Acompanhantes de pacientes da Maternidade Ana Braga denunciaram, nas redes sociais, a precariedade nas condições de atendimento da unidade de saúde. Os relatos apontam falta de insumos básicos, problemas estruturais e dificuldades no atendimento a mães e recém-nascidos.<br />
Segundo familiares, pacientes chegaram a permanecer longos períodos sem troca de lençóis e sem condições adequadas de acomodação para acompanhantes. Em um dos vídeos divulgados nas redes, um homem afirma que sua esposa permaneceu mais de 24 horas sem a substituição do lençol após um procedimento médico, sendo possível observar marcas de sangue no material.<br />
Além da questão da higiene, acompanhantes relatam a ausência de poltronas ou estruturas mínimas para quem permanece ao lado das pacientes durante a internação. De acordo com os denunciantes, a situação compromete o conforto e a segurança em um dos momentos mais delicados da vida das famílias, que é o nascimento de um filho.<br />
A unidade, que é referência no atendimento obstétrico em Manaus, atende diariamente um grande número de gestantes, muitas delas em situação de vulnerabilidade social. Para os familiares, a precariedade observada revela um cenário de abandono e evidencia falhas na gestão da rede pública de saúde.</p>
<p>As denúncias também levantaram questionamentos sobre a atuação da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Parlamentares têm a prerrogativa constitucional de fiscalizar a atuação do Poder Executivo, especialmente diante de denúncias envolvendo serviços públicos essenciais. A gestão da rede hospitalar é responsabilidade do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM).</p>
<p>Familiares afirmam que a realidade encontrada dentro da maternidade contrasta com a imagem divulgada pelo governo nas redes sociais, que frequentemente apresenta unidades de saúde estruturadas e com atendimento regular.<br />
Para os denunciantes, os relatos refletem problemas históricos de gestão e falta de suporte adequado às unidades de saúde. A situação, segundo eles, evidencia sinais de sobrecarga e possível colapso em estruturas que atendem diretamente mães e crianças.<br />
Diante das denúncias, aumenta a cobrança por uma resposta das autoridades responsáveis, seja por meio de fiscalização parlamentar, visitas institucionais ou medidas imediatas para garantir condições dignas de atendimento às pacientes da rede pública de saúde.</p>
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