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	<title>Portal Babados do Amazonas - Golpe</title>
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	<title>Portal Babados do Amazonas - Golpe</title>
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		<title> ‘Bom dia, boa tarde, boa noite’: ‘quadrilha dos educadinhos’ era chefiada por advogado e tinha roteiro para aplicar golpes de consórcio em Manaus; vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 14:03:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manaus  — O que começava com uma abordagem educada por telefone era, na verdade, a porta de entrada para um prejuízo financeiro devastador. Na manhã desta quinta-feira, a Polícia Civil deflagrou a “Operação Avalanche”, visando desarticular uma quadrilha especializada em um esquema milionário de vendas falsas de consórcios imobiliários e de veículos. Até o momento, [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p>                    Manaus  — O que começava com uma abordagem educada por telefone era, na verdade, a porta de entrada para um prejuízo financeiro devastador. Na manhã desta quinta-feira, a Polícia Civil deflagrou a “Operação Avalanche”, visando desarticular uma quadrilha especializada em um esquema milionário de vendas falsas de consórcios imobiliários e de veículos.<br />
Até o momento, a operação cumpriu diversos mandados de busca, apreensão e prisão. Quatro pessoas já foram presas, incluindo um advogado que, segundo as investigações, é apontado como o líder e arquiteto da organização criminosa.<br />
O que chamou a atenção das autoridades durante as buscas nos escritórios da quadrilha foi o nível de organização do esquema. Os agentes apreenderam milhares de documentos que funcionavam como verdadeiros manuais de instrução para o crime. Entre o material recolhido, destacam-se os chamados “Scripts de Ligação” e “Mapas Mentais de Script”.<br />
Os documentos detalham o passo a passo de como os estelionatários deveriam agir. A primeira abordagem era padronizada: “Olá, Bom dia/Boa Tarde/Boa Noite”. A partir daí, o operador da fraude lembrava a vítima de um suposto contato anterior sobre um imóvel, questionava o interesse e sondava a capacidade financeira do alvo, perguntando se o pagamento seria feito “à vista ou parcelado” e se a compra seria por “pessoa física ou jurídica”.<br />
Esse fluxograma de persuasão era projetado para transmitir profissionalismo e segurança às vítimas. Acreditando estar lidando com uma corretora séria e legalizada, muitas pessoas transferiam grandes quantias em dinheiro sob a falsa promessa de estarem adquirindo cartas de crédito ou consórcios para a casa própria.<br />
As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e mapear o destino do dinheiro arrecadado pela organização. A Polícia Civil alerta a população para que desconfie de facilidades excessivas na compra de bens e sempre verifique o registro da empresa junto ao Banco Central antes de assinar contratos ou realizar transferências de valores.</p>
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		<title>Fique atento! PCC e CV exploram brechas em programas federais  para aplicar golpes e desviar Pix, aponta TCU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou uma ampla rede de anúncios e páginas falsas que utilizava a identidade visual de programas do Governo Federal para aplicar golpes pela internet. Segundo o levantamento, parte das fraudes estaria relacionada a estruturas criminosas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Brasil – Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou uma ampla rede de anúncios e páginas falsas que utilizava a identidade visual de programas do Governo Federal para aplicar golpes pela internet. Segundo o levantamento, parte das fraudes estaria relacionada a estruturas criminosas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV).<br />
Os criminosos reproduziam sites, logotipos, cores e materiais semelhantes aos utilizados por órgãos públicos e instituições financeiras. O objetivo era convencer as vítimas de que estavam acessando plataformas oficiais para renegociar dívidas, comprar passagens aéreas ou consultar valores supostamente disponíveis para saque.<br />
Entre os serviços utilizados como isca estavam o Desenrola Brasil, criado para a renegociação de dívidas, e o Voa Brasil, destinado à venda de passagens aéreas por preços reduzidos para determinados públicos.</p>
<h2>Mais de 1,7 mil anúncios fraudulentos</h2>
<p>Durante o período analisado, entre os dias 10 e 21 de janeiro de 2025, os auditores identificaram 1.770 anúncios fraudulentos circulando nas plataformas digitais. As publicações eram direcionadas principalmente a aposentados, pessoas endividadas e famílias de baixa renda.<source  type="image/webp"></source><br />
Em aproximadamente 83% dos anúncios examinados, os golpistas utilizavam símbolos oficiais, peças semelhantes às de bancos públicos e elementos visuais associados ao Governo Federal. A estratégia dava uma aparência de credibilidade às ofertas e dificultava a identificação da fraude pelas vítimas.<br />
Alguns materiais também teriam sido produzidos com recursos de inteligência artificial. Imagens e vozes de autoridades eram manipuladas para simular propagandas verdadeiras e divulgar benefícios ou oportunidades inexistentes.</p>
<h2>Pagamentos eram solicitados por Pix</h2>
<p>Ao acessar os links, os usuários eram direcionados para páginas falsas nas quais precisavam fornecer informações pessoais, dados bancários ou realizar pagamentos por Pix.<source  type="image/webp"></source><br />
No golpe envolvendo o Desenrola Brasil, os criminosos prometiam condições especiais para quitar dívidas e retirar restrições do nome da vítima. Para concluir a falsa negociação, eram cobradas taxas ou parcelas que acabavam sendo transferidas para contas controladas pelos golpistas.<br />
Já nas fraudes relacionadas ao Voa Brasil, os anúncios ofereciam falsas consultas de elegibilidade e passagens aéreas inexistentes. Aposentados estavam entre os principais alvos da estratégia.<br />
Os dados entregues nas plataformas fraudulentas também poderiam ser utilizados posteriormente em clonagem de cartões, invasão de contas, golpes pelo WhatsApp e outras práticas criminosas.</p>
<h2>População deve redobrar a atenção</h2>
<p>A auditoria reforça a necessidade de ampliar o controle sobre anúncios patrocinados e páginas que reproduzem a identidade de órgãos públicos. A facilidade de criação e divulgação desses conteúdos permite que os criminosos alcancem milhares de usuários em pouco tempo.<br />
Para evitar prejuízos, a população deve desconfiar de ofertas que exijam pagamentos imediatos, prometam benefícios com facilidade ou utilizem mensagens de urgência. Antes de informar dados ou realizar qualquer transferência, o cidadão deve confirmar se o endereço eletrônico pertence realmente ao Governo Federal ou à instituição responsável pelo serviço.<br />
Programas públicos devem ser consultados exclusivamente pelos canais oficiais. Links recebidos por mensagens, anúncios em redes sociais ou páginas desconhecidas não devem ser acessados sem uma verificação prévia.</p>
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		<title>Estelionato na Sefaz: servidor dá golpe em empresário e ainda cobra R$ 180 mil para devolver empresa; veja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 21:31:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manaus – Um servidor público de carreira da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM) está sendo investigado e já foi indiciado pela Polícia Civil após aplicar um golpe contra um empresário do ramo de turismo em Manaus. Aproveitando-se do acesso privilegiado a documentos e de uma suposta prestação de serviços para regularização de pendências, [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p>                    Manaus – Um servidor público de carreira da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM) está sendo investigado e já foi indiciado pela Polícia Civil após aplicar um golpe contra um empresário do ramo de turismo em Manaus. Aproveitando-se do acesso privilegiado a documentos e de uma suposta prestação de serviços para regularização de pendências, o funcionário público, identificado como Dhelio Silva da Costa, inseriu seu próprio nome no quadro societário de uma empresa de embarcações e, posteriormente, passou a exigir o pagamento de R$ 180 mil para se retirar do negócio, paralisando as operações da vítima.<br />
O caso teve início quando o proprietário da Amazon Parts Ltda, o senhor Pedro Gonçalves da Silva, de 66 anos, buscou auxílio para solucionar entraves administrativos de sua empresa junto ao órgão estadual. O servidor investigado, Dhelio Silva da Costa, valendo-se da confiança e de poderes outorgados para desembaraçar a situação, aguardou um momento em que a vítima realizava uma viagem a trabalho, encontrando-se sem acesso à comunicação. Nesse período, ele procurou a contadora da empresa e, alegando ter autorização expressa do proprietário, determinou sua inclusão imediata como sócio na Junta Comercial do Estado do Amazonas (Jucea), abocanhando 50% das cotas do negócio sem realizar qualquer aporte financeiro.<br />
A fraude só foi descoberta de forma acidental, quando o empresário precisou resolver questões junto a uma operadora de telefonia e constatou a alteração em seu Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Ao ser confrontado pela vítima, o servidor não apenas se recusou a desfazer a manobra societária pacificamente, como também impôs uma condição financeira exorbitante para sair da empresa. Dhelio formalizou, por meio de uma notificação extrajudicial assinada por um advogado, a exigência do pagamento de R$ 180 mil, quantia supostamente equivalente à sua metade recém-adquirida no capital social, travando por completo o acesso a crédito bancário e a assinatura de novos contratos por parte da Amazon Parts.</p>
<p>Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Civil do Amazonas instaurou o Inquérito Policial nº 8665/2024 no 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Após as oitivas de todas as partes envolvidas, o relatório final concluiu pelo indiciamento de Dhelio Silva da Costa pelo crime de estelionato. Na esfera administrativa, a Sefaz-AM também não ficou inerte e instaurou um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD), através da Portaria nº 0259/2026-GSEFAZ, para apurar as infrações. A vítima foi oficialmente convocada por meio de ofício para prestar depoimento perante a comissão sindicante nesta sexta-feira, 24 de julho de 2026, na sede da Assessoria Jurídica da secretaria, configurando um passo decisivo que pode culminar na expulsão definitiva do servidor público dos quadros do Estado.</p>
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		<item>
		<title>Conto do vigário: Família de Manaus leva ‘baque’ de R$ 350 mil em suposto golpe de mulher que se aproximou da família</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/conto-do-vigario-familia-de-manaus-leva-baque-de-r-350-mil-em-suposto-golpe-de-mulher-que-se-aproximou-da-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus – Uma família procurou as autoridades após afirmar ter sido vítima de um esquema de fraude que teria provocado um prejuízo estimado entre R$ 290 mil e R$ 350 mil. Segundo os denunciantes, a suspeita se aproximou como amiga de um dos filhos, conquistou a confiança dos demais integrantes e passou a ter acesso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="babad-3510413517" class="babad-antes-do-conteudo babad-entity-placement"><script async src="https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js" crossorigin="anonymous"></script>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Manaus – Uma família procurou as autoridades após afirmar ter sido vítima de um esquema de fraude que teria provocado um prejuízo estimado entre R$ 290 mil e R$ 350 mil. Segundo os denunciantes, a suspeita se aproximou como amiga de um dos filhos, conquistou a confiança dos demais integrantes e passou a ter acesso à residência, cartões bancários e informações pessoais.<br />
A mãe da família relatou que enfrenta tratamento contra depressão e ansiedade desde a morte de uma filha. Conforme o depoimento, a mulher teria se aproveitado desse período de fragilidade emocional para criar uma relação de proximidade e passar a ser tratada como alguém da própria família.<br />
Com o avanço da convivência, a suspeita teria começado a circular livremente pela casa. Posteriormente, os moradores perceberam o desaparecimento de joias, anéis e cordões, além de movimentações financeiras que afirmam não ter autorizado.<br />
A mulher também diz ter identificado empréstimos contratados em seu nome por canais digitais. Ela sustenta que nunca utilizava esse tipo de serviço pela internet e que costumava resolver operações bancárias presencialmente.</p>
<h3>Proposta de investimento teria ampliado o prejuízo</h3>
<p>O filho do casal contou que conheceu a suspeita por intermédio de um amigo e passou a acreditar em uma proposta de investimento apresentada por ela. De acordo com o relato, ele vendeu bens, contratou empréstimos e ainda convidou familiares e conhecidos para participar do suposto negócio.<source  type="image/webp"></source><br />
Após não receber o retorno prometido, ele afirma ter encontrado contratos e comprovantes que considera falsos. O prejuízo acumulado, segundo a estimativa da família, pode chegar a R$ 350 mil.<br />
Além das perdas financeiras, os denunciantes relatam dificuldades para arcar com despesas básicas e compromissos assumidos durante o período em que confiaram na proposta.</p>
<h3>Documentos foram entregues para investigação</h3>
<p>O pai informou que reuniu comprovantes de transferências, contratos, registros de conversas e outros documentos para apresentar à polícia. A família espera que o material ajude a identificar como as operações foram realizadas e quem participou das movimentações.<br />
Os denunciantes também afirmam que a suspeita seria citada em outros boletins de ocorrência relacionados a supostas fraudes. Essa informação, no entanto, ainda deverá ser confirmada pelas autoridades responsáveis pela investigação.<br />
O caso segue sob apuração. A participação da mulher, a origem dos documentos apresentados e o valor exato do prejuízo dependerão da análise policial e de eventual manifestação da Justiça. Até o momento, não foi divulgada a versão da investigada sobre as acusações.</p>
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		<item>
		<title>Deu aula de malandragem: “Professora” de mentira é presa em Parintins após reprovar em honestidade com idosos</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/deu-aula-de-malandragem-professora-de-mentira-e-presa-em-parintins-apos-reprovar-em-honestidade-com-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 18:40:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amazonas – Uma mulher de 37 anos foi presa preventivamente nesta quarta-feira (15), suspeita de usar uma falsa identidade profissional para conquistar a confiança de idosos e aplicar golpes financeiros no município de Parintins. De acordo com a Polícia Civil, a investigada se apresentava como professora universitária e utilizava a suposta profissão para se aproximar [&#8230;]]]></description>
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                    Amazonas – Uma mulher de 37 anos foi presa preventivamente nesta quarta-feira (15), suspeita de usar uma falsa identidade profissional para conquistar a confiança de idosos e aplicar golpes financeiros no município de Parintins.<br />
De acordo com a Polícia Civil, a investigada se apresentava como professora universitária e utilizava a suposta profissão para se aproximar das vítimas. Após estabelecer uma relação de confiança, ela teria conseguido acesso a documentos e dados pessoais dos idosos.<br />
Com as informações em mãos, a suspeita realizava empréstimos e saques sem autorização, transferindo os valores para a própria conta bancária. As vítimas só teriam percebido o golpe depois que descontos elevados começaram a aparecer nos benefícios previdenciários.<br />
O caso chegou ao conhecimento da polícia após os idosos procurarem a delegacia e relatarem as movimentações financeiras que não reconheciam. A partir das denúncias, os investigadores iniciaram diligências para identificar a responsável e reunir elementos sobre a dinâmica do esquema.<br />
A mulher foi localizada no bairro Palmares, onde o mandado de prisão preventiva foi cumprido. Em seguida, ela foi conduzida à unidade policial para os procedimentos legais.<br />
A Polícia Civil ainda deve apurar quantas pessoas foram prejudicadas, o valor total movimentado e se outras vítimas podem ter sido enganadas pelo mesmo método. A suspeita permanece à disposição da Justiça.<source  type="image/webp"></source></p>
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		<title>fraude faz criminosos receberem o valor duas vezes; veja como eles atuam</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/fraude-faz-criminosos-receberem-o-valor-duas-vezes-veja-como-eles-atuam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:07:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil – O crescimento acelerado do Pix no Brasil tem sido acompanhado pelo aumento de golpes cada vez mais sofisticados. Com milhões de transferências realizadas diariamente, criminosos vêm encontrando novas formas de explorar falhas humanas e utilizar até mesmo ferramentas de segurança do sistema financeiro para aplicar fraudes. Uma das modalidades que mais tem preocupado [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Brasil – O crescimento acelerado do Pix no Brasil tem sido acompanhado pelo aumento de golpes cada vez mais sofisticados.<br />
Com milhões de transferências realizadas diariamente, criminosos vêm encontrando novas formas de explorar falhas humanas e utilizar até mesmo ferramentas de segurança do sistema financeiro para aplicar fraudes.<br />
Uma das modalidades que mais tem preocupado especialistas é o chamado golpe do “Pix errado”. Nesse esquema, o golpista transfere um valor para a conta da vítima e, em seguida, entra em contato alegando que realizou a operação por engano. O criminoso então solicita que o dinheiro seja devolvido para uma conta diferente daquela que originou a transferência.<br />
O problema ocorre quando a vítima realiza uma nova transferência manual para a conta indicada. Após receber o valor, o fraudador aciona o Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada pelo Banco Central para auxiliar vítimas de golpes, alegando ter sido alvo de fraude. Com isso, tenta recuperar o valor originalmente enviado e ainda fica com a quantia transferida pela vítima.<br />
Outra fraude que tem ganhado espaço é o golpe do Pix Agendado. Nessa prática, criminosos apresentam comprovantes de pagamentos agendados que se parecem com transferências concluídas.<br />
A vítima acredita que o valor já foi creditado, entrega produtos ou presta serviços, mas posteriormente descobre que o agendamento foi cancelado e o dinheiro nunca entrou na conta.<br />
Além dessas modalidades, continuam frequentes os golpes envolvendo clonagem de contas de WhatsApp. Após assumir o controle do aplicativo de uma pessoa, criminosos entram em contato com familiares e amigos pedindo transferências urgentes via Pix. Também são registrados casos de instalação de programas maliciosos em celulares, permitindo acesso remoto a aplicativos bancários e movimentações financeiras sem autorização dos titulares.<br />
Para reforçar o combate às fraudes, o Banco Central ampliou desde fevereiro de 2026 o rastreamento das operações realizadas pelo sistema, permitindo acompanhar a movimentação dos recursos entre diferentes contas utilizadas em esquemas criminosos. Ainda assim, a instituição destaca que a principal proteção continua sendo a atenção dos usuários durante as transações.<br />
O Banco Central orienta que, ao receber um Pix por engano, o valor seja devolvido exclusivamente por meio da função oficial de devolução disponível no extrato do aplicativo bancário.<br />
A recomendação também é confirmar diretamente na conta se o pagamento foi efetivamente concluído antes de liberar produtos ou serviços, desconfiar de comprovantes enviados por aplicativos de mensagens e nunca realizar cadastro de chaves Pix por telefone.<br />
Nos casos em que uma fraude envolve uma transferência efetivamente concluída, a vítima pode solicitar a devolução por meio do MED em até 80 dias após a operação. No entanto, especialistas reforçam que a prevenção continua sendo a forma mais eficaz de evitar prejuízos financeiros.</p>
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		<item>
		<title>Vírus bancário ataca celulares e sequestra Pix em tempo real</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/virus-bancario-ataca-celulares-e-sequestra-pix-em-tempo-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[técnicas de engenharia social em golpes financeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus bancário ataca celulares no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – Um novo tipo de vírus bancário voltado para dispositivos Android tem como alvo usuários brasileiros e utiliza o sistema Pix para desviar dinheiro de forma quase imediata. De acordo com um relatório da Zimperium, o malware, chamado PixRevolution, é capaz de interferir em transferências no exato momento em que elas estão sendo realizadas. [&#8230;]]]></description>
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                    Brasil – Um novo tipo de vírus bancário voltado para dispositivos Android tem como alvo usuários brasileiros e utiliza o sistema Pix para desviar dinheiro de forma quase imediata.<br />
De acordo com um relatório da Zimperium, o malware, chamado PixRevolution, é capaz de interferir em transferências no exato momento em que elas estão sendo realizadas.<br />
Segundo a Zimperium, o PixRevolution integra uma nova geração de trojans financeiros criados especificamente para explorar o Pix no Brasil. Classificado como um “agent-operated Android trojan”, esse tipo de malware permite que um operador acompanhe e interaja com o dispositivo da vítima em tempo real. A campanha tem como alvo aplicativos de instituições financeiras populares, como Nubank, Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander Brasil, PicPay, PagSeguro, Sicredi e XP Investimentos.<br />
O ataque combina espionagem com controle ativo do aparelho. Utilizando permissões de acessibilidade do Android, o vírus consegue ler conteúdos exibidos na tela, monitorar interações e até executar comandos automaticamente. Entre as técnicas empregadas estão sobreposição de tela, captura de credenciais, interceptação de notificações e automação dentro dos aplicativos bancários.<br />
A infecção geralmente começa com aplicativos falsos que imitam serviços conhecidos, como Expedia, Correios ou até instituições oficiais, além de outros nomes usados como isca. Esses apps enganam o usuário e facilitam a instalação do malware. Na prática, o vírus não apenas observa, mas também executa ações, podendo preencher dados e confirmar transações sem que a vítima perceba.<br />
Fernando Serto, Field CTO na Akamai, explica esse comportamento: “malwares financeiros são projetados para monitorar o comportamento do usuário e só são ativados quando identificam uma ação sensível, como a abertura de um aplicativo bancário ou até mesmo durante o início de uma transação via Pix.”<br />
Um dos aspectos mais críticos é a atuação em tempo real. O operador pode acompanhar a transação e interferir exatamente no momento da confirmação, alterando dados ou redirecionando valores. “Como o Pix é um método de pagamento instantâneo, o ataque acontece dentro de um tempo muito curto, reduzindo as chances de reversão”, afirma Serto. Ele acrescenta: “Os ataques partem do dispositivo da própria vítima e utilizam credenciais válidas, dentro de um fluxo esperado, reduzindo os sinais de anomalias”.<br />
Apesar da sofisticação, a infecção ainda depende, em grande parte, da ação do usuário, geralmente por meio de engenharia social. “Hoje já é possível uma combinação dos dois modelos, mas a infecção inicial ainda depende muito de engenharia social”, reforça o especialista.<br />
A dificuldade de detecção está ligada ao fato de que o golpe ocorre durante ações legítimas. “Por exemplo, o comportamento do usuário hoje está cada vez mais orientado por velocidade e fluidez, que inclusive a nossa pesquisa mostra que são os principais fatores na escolha de um banco. E os ataques se aproveitam justamente dessa dinâmica”, explica.<br />
Mesmo assim, sinais como lentidão, apps desconhecidos, pedidos incomuns de permissões e movimentações financeiras suspeitas podem indicar infecção.<br />
Para se proteger, recomenda-se evitar aplicativos fora de lojas oficiais, desconfiar de links e revisar permissões, especialmente as de acessibilidade. Também é essencial manter o celular atualizado e redobrar a atenção durante transações via Pix.<br />
 </p>
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		<item>
		<title>TSE alerta para golpe com cobrança para regularização de pendências eleitorais</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/tse-alerta-para-golpe-com-cobranca-para-regularizacao-de-pendencias-eleitorais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – Golpes envolvendo o título de eleitor têm se tornado cada vez mais comuns no país, especialmente por meio de aplicativos de mensagens, e chamam a atenção do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Criminosos enviam notificações falsas alegando irregularidades vinculadas ao CPF do cidadão, com ameaças de sanções e bloqueios de serviços. A tática usada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="babad-3510413517" class="babad-antes-do-conteudo babad-entity-placement"><script async src="https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js" crossorigin="anonymous"></script>
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</div></div><p>Brasil – Golpes envolvendo o título de eleitor têm se tornado cada vez mais comuns no país, especialmente por meio de aplicativos de mensagens, e chamam a atenção do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Criminosos enviam notificações falsas alegando irregularidades vinculadas ao CPF do cidadão, com ameaças de sanções e bloqueios de serviços.<br />
A tática usada pelos golpistas é clara: criar sensação de urgência e pânico para que a vítima clique em links fraudulentos, forneça dados pessoais ou realize pagamentos indevidos.<br />
O TSE reforçou que não realiza qualquer cobrança para serviços eleitorais. Procedimentos como emissão do primeiro título, transferência de domicílio eleitoral e atualização cadastral são totalmente gratuitos. “O TSE e os Tribunais Regionais Eleitorais não enviam boletos, não solicitam pagamentos nem cobram taxas por meio de mensagens, aplicativos, SMS ou e-mail. Também não solicitam dados pessoais ou bancários por esses canais”, informou a presidência do tribunal.<br />
Geralmente, as mensagens fraudulentas chegam por aplicativos como o WhatsApp e simulam comunicações oficiais da Justiça Eleitoral. Elas alertam sobre “pendências eleitorais graves” e instruem o usuário a clicar em um link para regularizar a situação imediatamente.<br />
Ao acessar o endereço, a vítima é direcionada a um site falso que imita visualmente a página oficial do TSE, incluindo logotipos e outros elementos institucionais. Esse nível de semelhança aumenta o risco de engano. Nas páginas falsas, criminosos pedem dados sensíveis, como CPF, informações bancárias e pagamentos via boleto ou Pix, sob o pretexto de regularização imediata.<br />
Além disso, as mensagens costumam usar ameaças para pressionar a vítima, mencionando bloqueio de serviços públicos, restrições no CPF e impedimentos administrativos. Embora sejam falsas, essas ameaças aumentam a pressão psicológica e aceleram a tomada de decisão da vítima.<br />
Para se proteger, o TSE recomenda não clicar em links suspeitos, não fornecer dados pessoais ou bancários fora dos canais oficiais e consultar a situação eleitoral apenas por meios seguros, como o site oficial da Justiça Eleitoral ou o aplicativo e-Título. Também é importante verificar o endereço eletrônico (URL) antes de qualquer ação.<br />
Os endereços confiáveis indicados pelo tribunal são:</p>
<p>Qualquer variação de domínio ou endereço pode ser sinal de tentativa de fraude.</p>
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		<item>
		<title>Polícia recupera 12 toneladas de produtos de informática desviados após golpe em Manaus</title>
		<link>https://babadosdoamazonas.com/policia-recupera-12-toneladas-de-produtos-de-informatica-desviados-apos-golpe-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 19:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias sobre cargas clandestinas em Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[estelionato]]></category>
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		<category><![CDATA[golpe de compra com boleto falso Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[investigação de crimes de informática Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[quadrilha de falsificação de documentos Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de produtos de informática em Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), recuperou uma carga de cerca de 12 toneladas contendo suprimentos de informática que haviam sido desviados a partir de um golpe com compra de boleto falso, no estado de Santa Catarina. O material está avaliado em mais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="babad-3510413517" class="babad-antes-do-conteudo babad-entity-placement"><script async src="https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js" crossorigin="anonymous"></script>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Manaus – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), recuperou uma carga de cerca de 12 toneladas contendo suprimentos de informática que haviam sido desviados a partir de um golpe com compra de boleto falso, no estado de Santa Catarina. O material está avaliado em mais de R$ 500 mil e foi encontrado no bairro Novo Aleixo, zona norte.<br />
De acordo com o delegado Cícero Túlio, dentre os bens apreendidos, foram recuperados mais de 10 mil quilômetros de cabos de fibra óptica, além de mais de mil roteadores.<br />
“As investigações decorrem do desdobramento de outra investigação que culminou com a prisão de uma quadrilha há cerca de um ano, oportunidade em que foram recuperadas cerca de 2 toneladas de mercadorias desviadas do Pará, dentre produtos químicos de limpeza e impressoras industriais de alto valor”, relatou.<br />
Conforme o delegado, o esquema do grupo faz parte do golpe da falsa compra de mercadorias, com cartões clonados que operam no Amazonas.<br />
“Os criminosos inicialmente conseguem comprar na internet de forma clandestina, com dados de cartões de crédito das próprias vítimas, mantendo contato com diversas empresas de vários ramos e atividades, as convencendo a realizar as vendas através de links de cartões de crédito”, disse o delegado.<br />
Segundo o delegado, após a concretização da negociação os produtos são enviados por transportadoras interestaduais, antes mesmo das vítimas identificarem a fraude.<br />
“Depois que a compra clandestina é identificada, é promovida a restrição do ato da compra junto as operadoras de cartão de crédito que sustam os pagamentos para os empreendimentos que venderam os produtos”, disse o delegado.<br />
Ainda com base nas investigações, o grupo criminoso passou a sofisticar as ações com a falsificação de documentos cadastrais e fiscais, para fins de induzir as empresas de outros estados a emitir boletos para pagamentos das negociações.<br />
“Isso possibilita ao grupo ganhar tempo, uma vez que as vítimas somente tomarão conhecimento do golpe após a data prevista para compensação do boleto bancário. Durante o trâmite para concretizar o golpe, os integrantes dos grupos utilizam a estratégia de efetuar o pagamento de compras de valores inferiores de até R$ 10 mil, por cerca de três semanas, ganhando assim a confiança dos comerciantes, que por sua vez, acabam cedendo a negociações cada vez maiores que superam as valores de mais de R$ 300 mil”, proferiu Cícero Túlio.<br />
O delegado também informa que, para concretizar os golpes, os criminosos alugam galpões poucos dias antes da chegada dos materiais e, em curto espaço de tempo, montam placas e fachadas com nomes de empresas falsas ou de empresas que serão as vítimas, tudo com o fim de manter uma aparência de legalidade.<br />
Durante as diligências, três homens foram conduzidos a delegacia para prestar esclarecimentos, tendo estes sido identificados como as pessoas que alugaram o imóvel usado pelo bando para receptar as mercadorias.<br />
Orientação<br />
A Polícia orienta que sempre que alguém seja procurado para alugar um imóvel que sirva de galpão para o recebimento imediato de grandes volumes de cargas oriundas de outros Estados ou municípios, sinalize imediatamente aos órgãos policiais, a fim de evitar serem envolvidos pelos criminosos em ações ilícitas e clandestinas.<br />
As investigações continuam para identificar os responsáveis pelos crimes, e informações preliminares dão conta de que uma grande carga de pneus tambem obtido com o golpe esta prestes a chegar em Manaus.<br />
Denúncias<br />
Qualquer informação que leve a identificação dos suspeitos e a chegada de outras cargas clandestinas poderão ser encaminhadas ao 181 disk denúncia da Secretaria de Segurança Pública ou ao WhatsApp denúncia do 1° DIP (92) 99118-9177, e sua identidade será preservado no mais absoluto sigilo.</p>
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