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	<title>Portal Babados do Amazonas - ibge</title>
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		<title>IBGE revela desigualdades enfrentadas por pessoas com deficiência no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (18) a segunda edição do informativo Pessoas com Deficiência e as Desigualdades Sociais no Brasil, elaborado com base em dados do Censo Demográfico 2022. O levantamento apresenta um retrato das condições de vida e das desigualdades enfrentadas pela população com deficiência no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (18) a segunda edição do informativo Pessoas com Deficiência e as Desigualdades Sociais no Brasil, elaborado com base em dados do Censo Demográfico 2022. O levantamento apresenta um retrato das condições de vida e das desigualdades enfrentadas pela população com deficiência no país.<br />
Segundo o IBGE, 14,4 milhões de pessoas tinham algum tipo de deficiência em 2022, o equivalente a aproximadamente 7,3% da população brasileira. Desse total, 6,03% apresentavam deficiência severa, caracterizada por muita dificuldade para realizar alguma função, enquanto 1,23% tinham deficiência profunda.</p>
<h3 dir="ltr">Renda do trabalho é menor entre famílias com PCDs</h3>
<p>Os dados também mostram diferenças na composição da renda dos domicílios.<br />
Nas famílias que possuem moradores com deficiência, 55,7% da renda vêm do trabalho, enquanto outras fontes, como aposentadorias, pensões e benefícios sociais, representam 44,3%.<br />
Já nos domicílios sem pessoas com deficiência, a participação do trabalho na renda é maior, chegando a 78,4%. Outras fontes correspondem a 21,6%.</p>
<h3 dir="ltr">Analfabetismo é 12 vezes maior</h3>
<p>Na educação, a desigualdade também chama atenção.<br />
A taxa de analfabetismo entre pessoas com deficiência chega a 12,2%, enquanto entre pessoas sem deficiência o índice é de 1,0%.<br />
O levantamento mostra, portanto, uma diferença de aproximadamente 12 vezes entre os dois grupos.<br />
Para elaborar o informativo, o IBGE utilizou, além das informações do Censo 2022, dados de outras bases oficiais, incluindo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Censo Escolar e o Censo da Educação Superior, ambos do INEP, além de informações do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>
<h3 dir="ltr">Dificuldade para enxergar é a mais comum</h3>
<p>Entre os diferentes tipos de limitações analisados pelo levantamento, a dificuldade para enxergar é a mais frequente, atingindo 4,0% da população.<br />
Na sequência aparecem as dificuldades para caminhar ou subir degraus, com 2,6%, e para pegar objetos pequenos, com 2,0%.<br />
As dificuldades relacionadas às funções mentais e a presença de mais de uma limitação simultaneamente representam 1,4% cada. Já a dificuldade para ouvir atinge 1,3% da população.</p>
<h3 dir="ltr">Participação de PCDs no serviço público federal aumenta</h3>
<p>O levantamento também aponta crescimento da presença de pessoas com deficiência no serviço público federal.<br />
Entre 2015 e 2024, a proporção de servidores públicos federais ativos com deficiência passou de 0,7% para 1,5%. Em 2019, porém, o percentual havia caído para 0,5%.<br />
Em 2025, o índice chegou a 2,8%.<br />
A participação também cresceu entre os ocupantes de cargos comissionados.<br />
Nos cargos de nível 1 a 12, a proporção de pessoas com deficiência passou de 0,8% em 2015 para 3,1% em 2025.<br />
Entre os cargos de nível 13 a 17, o percentual aumentou de 0,3% para 1,5% no mesmo período.<br />
Os dados apresentados pelo IBGE mostram diferenças importantes entre pessoas com e sem deficiência em áreas como educação, renda e participação no mercado de trabalho, além de apontarem mudanças na presença de PCDs no serviço público federal.</p>
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		<title>PNS 2026: IBGE inicia coleta da Pesquisa Nacional de Saúde 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou, na última semana, a coleta da terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2026), realizada em parceria com o Ministério da Saúde. A PNS 2026 é fundamental para entender as condições de saúde da população brasileira e seu impacto nas políticas públicas. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Brasil – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou, na última semana, a coleta da terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2026), realizada em parceria com o Ministério da Saúde. A PNS 2026 é fundamental para entender as condições de saúde da população brasileira e seu impacto nas políticas públicas.<br />
A pesquisa é realizada por amostragem. Até 30 de novembro, cerca de 1,8 mil entrevistadores visitarão aproximadamente 140 mil domicílios distribuídos em todos os estados brasileiros.</p>
<h3>Coleta de Dados da Pesquisa Nacional de Saúde</h3>
<p>O levantamento domiciliar vai coletar informações sobre as condições de saúde da população, hábitos de vida, acesso e utilização dos serviços de saúde, ocorrência de doenças crônicas e fatores associados à qualidade de vida. Os dados da PNS 2026 são essenciais para acompanhar políticas públicas de saúde.<br />
Os resultados permitirão conhecer melhor a realidade do país, apoiar estudos e pesquisas e subsidiar ações voltadas à promoção da saúde e à redução das desigualdades, destacou o IBGE.</p>
<h2>Exames de Biomarcadores</h2>
<p>No âmbito da PNS 2026, será realizada uma coleta de biomarcadores através de exames gratuitos de sangue e urina, entre julho e outubro. Uma amostra de 15 mil a 20 mil moradores com 35 anos ou mais, residentes em capitais e regiões metropolitanas, será convidada a participar da coleta domiciliar. Os participantes receberão gratuitamente os resultados dos exames realizados.<br />
Os exames incluirão hemograma, lipidograma (que mede as taxas de colesterol), hemoglobina glicada (índice que identifica o diabetes), creatinina, ácido úrico, sódio, potássio, sorologia para Chikungunya e a presença de metais pesados, como chumbo e mercúrio, no corpo.<br />
A análise dos resultados das amostras permitirá produzir indicadores relacionados a doenças crônicas, fatores metabólicos, função renal e exposição a contaminantes ambientais.</p>
<h2>Abordagem da Pesquisa Domiciliar</h2>
<p>Durante a visita, o entrevistador do IBGE aplica um questionário com perguntas gerais sobre características do domicílio e a saúde de seus moradores. Entre os temas investigados estão doenças crônicas não transmissíveis (como diabetes e hipertensão), saúde da mulher, saúde da população idosa, saúde bucal e saúde mental. Além disso, questões sobre atividade física, alimentação, tabagismo, consumo de álcool, acidentes e violência também são abordadas.<br />
Após a coleta, um moradores com 15 anos ou mais será selecionado aleatoriamente para responder ao questionário individual. Os participantes selecionados terão aferidas a pressão arterial, o peso e a altura, visando ampliar a qualidade das informações produzidas pela pesquisa.<br />
Todas as informações prestadas ao IBGE são confidenciais. A participação da população é fundamental para garantir que os resultados representem adequadamente as condições de saúde do país. Se um pesquisador visitar sua casa, é importante colaborar e responder aos questionamentos.</p>
<h2>Importância das Informações na Saúde Pública</h2>
<p>O IBGE destaca que a contribuição dos moradores dos domicílios selecionados é essencial para alcançar resultados que reflitam as condições de saúde da população brasileira. Para isso, os servidores do IBGE passaram por treinamento nacional específico sobre a aplicação de questionários e procedimentos de aferição de pressão arterial.<br />
Todos os entrevistadores estarão devidamente identificados com crachá, uniforme institucional e dispositivos eletrônicos de coleta. Para verificar a identidade dos servidores e conhecer mais sobre a pesquisa, a população pode acessar o site <a href="https://respondendo.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Respondendo ao IBGE</a> ou ligar pelo telefone gratuito 0800 721 8181.<br />
A primeira edição da Pesquisa Nacional de Saúde foi realizada em 2013 e a segunda em 2019. A terceira edição que está ocorrendo este ano permite uma comparação de indicadores entre as três edições, possibilitando acompanhar mudanças no perfil de saúde da população brasileira.<br />
Com a metodologia do levantamento, cada domicílio selecionado representa um conjunto maior de domicílios com características semelhantes. Assim, os resultados são um reflexo mais fiel da realidade da população brasileira.<br />
A PNS 2026 não apenas coleta dados quantitativos, mas também oferece insights qualitativos sobre a saúde e bem-estar da população, essencial para a construção de um sistema de saúde mais eficiente e justo.</p>
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