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	<title>Portal Babados do Amazonas - Misoginia</title>
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	<title>Portal Babados do Amazonas - Misoginia</title>
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		<title>Alessandra Campelo apoia perseguição e republica &#8216;fake news&#8217; para atacar a presidente do Virada Feminina do AM</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 03:52:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manaus – Uma denúncia grave está revelando a face oculta da hipocrisia no Amazonas. A deputada estadual Alessandra Campelo está no centro de uma história de perseguição implacável e ataques que fogem a qualquer limite ético. O alvo dessa ofensiva é a presidente do Virada Feminina do Amazonas, Cileide Mousallem, que, segundo as denúncias, vem [&#8230;]]]></description>
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                    Manaus – Uma denúncia grave está revelando a face oculta da hipocrisia no Amazonas. A deputada estadual Alessandra Campelo está no centro de uma história de perseguição implacável e ataques que fogem a qualquer limite ético. O alvo dessa ofensiva é a presidente do Virada Feminina do Amazonas, Cileide Mousallem, que, segundo as denúncias, vem sofrendo ataques morais com o objetivo claro de manchar sua imagem e sua trajetória de trabalho.<br />
O crime vai além da liberdade de opinião, pois ataca a honra ao utilizar as redes sociais como ferramenta para triturar a reputação pública de Cileide. Alessandra Campelo é acusada de dar palanque a mentiras ao repostar conteúdos falsos originalmente publicados pela jornalista Paula Litaiff, na Revista Cenarium. Esse material, apontado como “fake news”, serviria apenas para alimentar uma engrenagem agressiva de matérias distorcidas e comentários maldosos, sustentada pelo apoio de milícias digitais.<source  type="image/webp"></source><br />
O que se observa não é um erro isolado, mas sim um método articulado de perseguição. Esse padrão doentio de competição busca, por meio de conexões obscuras, deslegitimar quem realmente trabalha por causas importantes no estado. A estratégia de usar redes sociais para validar ataques e disseminar o ódio revela uma tentativa desesperada de silenciamento e destruição reputacional.<source  type="image/webp"></source><br />
Esse jogo sujo agora está sob a mira da lei, uma vez que a agressividade das publicações ultrapassa qualquer barreira legal. A disseminação de conteúdos que ferem a dignidade feminina pode ser enquadrada em crimes como a misoginia, trazendo consequências sérias para as envolvidas. A pergunta que ecoa em Manaus é: até quando o discurso feminista será usado como fachada para camuflar ataques covardes contra outras mulheres? O caso de Cileide Mousallem não é apenas uma briga; é um atentado contra a dignidade de todas as mulheres que lutam por respeito.<br />
 <br />
Nota de apoio<br />
Em nota, a Associação Nacional de Jornalismo Digital manifestou repúdio veemente aos ataques direcionados à jornalista, publicitária e empresária Cileide Mousallem, diretora-presidente do portal CM7 Brasil e presidente da Virada Feminina no Amazonas. A entidade afirma que as publicações recentes ultrapassam os limites da crítica jornalística legítima e não demonstram compromisso com a apuração, a verdade ou a ética, afastando-se do verdadeiro exercício do jornalismo.<br />
A associação destaca que o jornalismo sério deve manter compromisso com a sociedade, a verdade e a responsabilidade, sem se submeter a ataques pessoais, insinuações ou conteúdos voltados apenas à exposição negativa de reputações. Segundo a nota, parte dos conteúdos mencionados tem sido veiculada por espaços digitais que perderam credibilidade ao longo do tempo e que passaram a atuar, na avaliação da entidade, como instrumentos de ataque e desinformação.<br />
Por fim, a entidade ressalta o trabalho desenvolvido por Cileide Mousallem à frente da Virada Feminina, destacando ações voltadas ao apoio de mulheres em situação de vulnerabilidade, como assistência social, capacitação profissional e acolhimento psicológico. A Associação reforça solidariedade à jornalista e defende que práticas que desvirtuam o jornalismo sejam combatidas com responsabilidade e transparência.</p>
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		<title>Senado Federal aprova projeto e misoginia passa a ser crime equivalente ao racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Babados do Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação lei contra misoginia Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado Federal combate misoginia 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (24), a inclusão da misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação (PL 896/2023). A pena para esse tipo de crime é de dois a cinco anos de prisão, além de multa. O projeto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma [&#8230;]]]></description>
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</div></div><p><source  type="image/webp"></source><br />
                    Brasil – O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (24), a inclusão da misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação (PL 896/2023). A pena para esse tipo de crime é de dois a cinco anos de prisão, além de multa.<br />
O projeto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma de um substitutivo apresentado pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ao projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). A matéria segue para a Câmara dos Deputados.<br />
O texto aprovado define a misoginia como “a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. O projeto também inclui a expressão “condição de mulher” entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo (Lei 7.716, de 1989), ao lado de cor, etnia, religião e procedência.<br />
A legislação atual equipara a misoginia à injúria e à difamação – com pena que pode ir de dois meses a um ano de reclusão, de acordo com o Código Penal (arts. 139 a 141). Para evitar possíveis conflitos de interpretação, Soraya apresentou uma emenda para que o Código Penal passe a reger tão somente a injúria no contexto de violência doméstica e familiar, e não a injúria misógina – “substancialmente mais grave que a primeira”, segundo a senadora.<br />
A relatora apontou que países como França, Argentina e Reino Unido já têm leis de combate à misoginia. Soraya lembrou que, só no ano de 2025, houve quase 7 mil vítimas de tentativas de feminicídio no Brasil. Ela alertou para a ameaça representada pelos chamados red pills, que incentivam o ódio contra as mulheres, frequentemente por meio da internet.<br />
— O projeto é para proteger a família e a dignidade e a liberdade das mulheres. A aprovação do projeto responde a uma realidade urgente. O ódio às mulheres não é abstrato: é estruturado, é crescente e ceifa vidas todos os dias — afirmou Soraya.<br />
Conceitos<br />A relatora disse lamentar o fato de o país, segundo ela, odiar mais a palavra “feminismo” do que “feminicídio”. Segundo Soraya, para deliberar sobre o projeto seria importante o entendimento de quatro conceitos: machismo, femismo, feminismo e misoginia.<br />
— O termo contrário ao machismo não é feminismo, é “femismo”. E o que femismo significa? Ideologia que defende a superioridade da mulher sobre o homem. O feminismo é um movimento que luta pela igualdade de direitos, oportunidades e tratamento entre homens e mulheres; não visa à superioridade. Por sua vez, o que vem a ser a misoginia? A misoginia se traduz no ódio, na aversão, no desprezo extremo às mulheres, muitas vezes manifestado por meio de violência física, psicológica e difamação.<br />
Divergências<br />Até a aprovação no Plenário, houve divergências em relação ao projeto. Enquanto alguns senadores apontavam o projeto como uma defesa da família e das mulheres, outros temiam riscos à liberdade de expressão e banalização da Lei de Racismo.<br />
A matéria já havia sido aprovada, em dezembro de 2025, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) de forma terminativa, o que significa que o texto iria direto para a Câmara dos Deputados. No entanto, houve um recurso para que fosse ao Plenário. A votação, inicialmente prevista para a semana passada, chegou a ser adiada, na tentativa de um acordo.<br />
Família<br />Ana Paula defendeu seu projeto e afirmou que, a cada semana de atraso na aprovação da matéria, cresce a violência contra as mulheres. A senadora disse que o projeto só pede que as mulheres sejam respeitadas e tenham a liberdade de viver suas vidas.<br />
— Não odiamos os homens nem somos contra a família. Somos a favor das mulheres, que estão pedindo socorro — declarou a autora.<br />
Logo após a votação, Ana Paula Lobato pediu a palavra para ler uma série de ofensas e ameaças, inclusive de morte, que recebeu pela internet, por conta da autoria do projeto. Acrescentou que a aprovação tem peso político, jurídico e moral. Segundo ela, o Brasil está cansado de enterrar mulheres e testemunhar humilhações públicas. Por isso, ressaltou, a misoginia não pode ser tratada como um detalhe, pois é uma “cultura que desumaniza antes do crime”.<br />
— Agora, existe uma resposta clara do Estado brasileiro. É o Senado dizendo que a misoginia tem consequências — celebrou a senadora.<br />
A senadora Leila Barros (PDT-DF) afirmou que o projeto reconhece a realidade da violência enfrentada pelas mulheres. Ela definiu a misoginia como “uma doença que se instalou dentro da sociedade” e pediu coragem ao Senado para apresentar uma resposta ao país.<br />
Na visão de Zenaide Maia (PSD-RN), tipificar a misoginia é uma forma de prevenção da violência. Ela disse que o Congresso Nacional não pode ficar de braços cruzados vendo mulheres sendo assassinadas.<br />
Segundo a senadora Teresa Leitão (PT-PE), o ódio contra as mulheres se manifesta de forma organizada, seja na internet ou nos feminicídios. Por isso, ressaltou, o projeto é necessário.<br />
— Quando ocorre um feminicídio, uma família é destruída — argumentou Teresa.<br />
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) disse que a misoginia é um problema crescente e mundial. Ele apontou que a internet tem sido um campo fértil para a ação dos misóginos. Para o senador, o projeto é importante, acertado e contemporâneo.<br />
Fabiano Contarato (PT-ES) lamentou os recentes casos de feminicídio em seu estado e no país. Segundo o senador, em 2025, foram quatro mulheres vítimas de feminicídio por dia no Brasil.<br />
Os senadores Styvenson Valentim (PSDB-RN), Efraim Filho (União-PB), Eduardo Braga (MDB-AM) e Margareth Buzetti (PP-MT) também manifestaram apoio ao projeto. Para o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o projeto é importante e urgente, pois o Brasil vive uma epidemia de violência contra as mulheres.<br />
— Este projeto é a favor da família. Não existe família sem a mãe de família — apontou Randolfe.<br />
Destaque<br />Para o senador Eduardo Girão (Novo-CE), o projeto deveria ter uma ressalva, como previsto em uma de suas emendas, para vedar “a punição de manifestações de natureza artística, científica, jornalística, acadêmica ou religiosa, quando ausente a intenção discriminatória”. Um destaque apresentado para votar essa emenda de forma separada foi rejeitado.<br />
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) se disse preocupada com uma possível banalização da Lei do Racismo. Para a senadora, o ideal seria incluir a misoginia na legislação penal.<br />
— Estamos lutando pelo sonho da tipificação da misoginia. Mas este é o instrumento certo? — questionou a senadora, prevendo que a matéria será modificada na Câmara dos Deputados e enviada de volta ao Senado.<br />
O senador Carlos Portinho (PL-RJ) reconheceu que há condutas que agridem e ofendem as mulheres. Ele pediu o envolvimento dos homens na defesa dos direitos femininos. Portinho, no entanto, disse temer o que chamou de ativismo judicial. O senador sugeriu a inclusão da frase “observadas as garantias e liberdades individuais previstas na Constituição”.<br />
A relatora ponderou que a Constituição já garante a liberdade de expressão e está acima de todas as leis. Assim, registrou Soraya, não haveria a necessidade de registro da ressalva no texto do projeto.<br />
Emendas<br />Soraya acatou uma das quatro emendas apresentadas em Plenário pelo senador Eduardo Girão. A sugestão de Girão altera a ementa da Lei do Racismo, ao incluir a referência aos crimes resultantes de discriminação: preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional ou praticados em razão de misoginia. Hoje, a ementa da lei faz referência apenas aos “crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor”.<br />
Por tratarem de tema correlato, o projeto aprovado e o PL 985/2023, do ex-senador Mecias de Jesus, tramitaram de forma conjunta. Com a aprovação da proposta da senadora Ana Paula, o texto de Mecias foi considerado prejudicado e enviado ao arquivo.<br />
<em>Fonte: Agência Senado</em></p>
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